quinta-feira, 3 de abril de 2014

DIÁLOGO SOBRE AVIÕES NO FACEBOOK...


Espetacular aterrisagem em Queenstown-NZ

Jose Liborio É por isso que eu admiro todos os profissionais civis e militares de aviação. Não tem tecnologia que supere a capacidade desse povo, só torna as coisas mais fáceis. Costumo dizer que quando eu entro em uma aeronave confio 1000% em todos os profissionais envolvidos e que se acontecer algo, ao menos vou de um lugar mais perto de Deus.
O que acho incrível é que quando falamos com um ou uma comissário(a) , piloto civil ou um veterano de guerra militar parece que eles foram simplesmente fazer algo e não foi nada demais... O caramba! São elite de uma atividade maravilhosa!
Que presentão ! Me levou às lágrimas. Obrigado!


Fernando Antonio Hello Pois é, Jose Liborio, eu compartilho seus comentários, suas paixões pela aviação e as emoções que ela nos desperta. Certamente, o filme nos leva a uma dimensão espacial, que destaca nossa relação com o planeta através das leis imutáveis da natureza. E ninguém melhor que um profissional da aviação para conhecê-las a fundo e respeitá-las rigorosamente, em seu sentido mais estrito. Creio que é exatamente isto o que nos emociona: o conhecimento e o respeito rigoroso à tantas leis em jogo na consecução segura dos objetivos dessa atividade (transportar pessoas de forma segura, rápida e confortável), o que enobrece sobremaneira a função, e nos ensina a todos uma relação de profundo respeito, admiração e reverência às especificidades da natureza, da vida e, por extensão, do planeta que habitamos e que, no fundo, tanto amamos! Abs.

Gilberto Allesina Já pousar em Tegucigalpa, mesmo com todas as tecnologias existentes, é sempre um desafio para os corações... http://www.youtube.com/watch?v=iAxAso8xSo0

Gilberto Allesina Outro pouso tenebroso em Tegu... http://www.youtube.com/watch?v=Jw4PHhLBbrU  

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

DIÁLOGO NO FACEBOOK... SOBRE A COMPLEXIDADE #PÓS-MODERNA...





Boaventura - Epistemologia del Sur


Giba Canto

Caros Edson e Fernando, o que vocês acham dessas idéias do Boaventura de Souza Santos? Abs, Giba Canto.
Fernando Hello15 de Agosto de 2012 15:04
Prezado Gilberto: gostei da questão de "adjetivação de conceitos"; remete à uma análise de discurso em escansão, o que nos faz lembrar a força do simbólico no humano, que gera novas articulações significantes, ou seja, saber, e que, segundo ele, estão "a gerar novas práticas"... É bem isso: o avanço do saber faz confluir, sobrepondo, conhecimento, ciência e práxis, compondo uma nova ética que re-dimensiona, rearticula dialeticamente e implica incisivamente, de forma inovadora, o(s) discurso(s) e a(s) prática(s) (HELLO, 2009), como eu digo em minha Tese. Fantástico o Boaventura... de uma lucidez sem igual, sempre apontando esperançosamente a definitiva e redentora luz no fim do túnel! Quem sobreviver, verá! Abs, Fernando Hello.
Giba Canto15 de Agosto de 2012 21:03

Fernando, como o povo, analfabetos funcionais em sua ampla maioria, pode entender ou mesmo imaginar o que ocorre neste mundo pós-moderno, com a complexidade que o teu texto revela?

Fernando Hello16 de Agosto de 2012 10:08
Oi, Gilberto. Conforme vamos avançando nas articulações, infelizmente, a complexidade aumenta, e não há como fugir disso. Creio que é exatamente sobre isso que o próprio Boaventura está falando nesse vídeo, embora usando outros referenciais teóricos, daí sua riqueza. Avançamos, via articulação significante, sobre novos saberes o que, por sua vez, nos implica em novas práxis e em novos compromissos, direitos e deveres, inclusive morais e éticos. Sob esse ponto de vista, ao avançarmos e nos desenvolvermos, paradoxalmente restringimos nosso grau de liberdade e adentramos cada vez mais a "cultura" (civilização), mesmo porque "saber e não fazer, ainda não é saber", como nos diz um ditado anônimo chinês. É o preço a ser pago; citando Lacan, é a "castração simbólica" [substituir a "coisa" pela "palavra"] que, embora nos limite, nos faz cada vez mais Humanos, no sentido pleno e amplo da palavra! [... sempre a palavra!...] Abs, Fernando Hello.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

ENTRE MENINOS E HOMENS…

“Quando eu era menino…” — disse Paulo sem nostalgia do tempo decorrido...
Assim deveria ser com todo homem satisfeito com a alegria da maturidade.
Sim! Lembrar do tempo em que se era menino na fé em Cristo, mas não com saudade.
Menino faz meninice...
Paulo, no texto acima, retirado de I Coríntios 13, não diz qual era a sua meninice, mas nos dias que ele já fora apenas um menino... Também ele havia sido um dia um menino.
Entretanto, considerando que ele diz que a maturidade de um homem somente é alcançada quando o homem aprende o caminho sobremodo excelente, a vereda do amor, então, é para se supor que a meninice de Paulo fora confiar mais na certeza da verdade do que na verdade do amor.
O fato que até em Cristo [e, sobretudo, em Cristo...] Paulo viu que as coisas poderiam ficar pequenas e infantis, conforme ele via na fé dos discípulos de Jerusalém [com os que estavam com Tiago], alguns deles ainda tão meninos e presos ao que já não era...
Entretanto, Paulo fez a viagem toda... Não nasceu escrevendo aos Efésios. Teve que viver...
Teve todas as fases de impressões...
Línguas, profecias, curas, milagres, ciência, sabedoria, fé, coragem altruísta, esperança, tudo.
Não demorou, no entanto, para que ele visse que sem amor toda aquela construção seria tão sem sentido quanto o era a tentativa de agradar a Deus pela Lei apenas.
Era possível que um cristão virasse fariseu pela simples observância da fé em Jesus, porém, sem amor e misericórdia.
Ora, certamente foi a partir de si mesmo que Paulo também discerniu as infantilidades [de fato: transitoriedades] anteriores da revelação nas Escrituras, de acordo com o tempo de maturidade do povo, na sequência histórica que se pode acompanhar pela Bíblia.
Ele teve que não apenas deixar a mente de um fariseu educado aos pés do Rabino Gamaliel, e que ainda muito jovem já se destacava no meio de todos, ganhando poder, confiança e prestigio. Sim! Ele teve que deixar também a tentação de conciliar a fidelidade à Torá, ao Velho Testamento, com o fato de que em Jesus a maior de tudo aquilo deixara de ser ou de ter qualquer valor: tornaram-se apenas sombra de coisas que em Jesus haviam sido realizadas e consumadas.
Paulo nada diz, porém, eu creio, pelo que sinto no modo como ele se serve do Velho Testamento em suas cartas, que seu modo de sentir os textos das Escrituras levava em consideração as épocas e os contextos; porém, a ênfase da leitura era sempre espiritual e centrada em Jesus.
Para mim, falando de como eu sinto os textos, é mais ou menos assim:
A linguagem do Gênesis, por exemplo, segue o modelo narrativo universal, que até as crianças podem entender.
O Êxodo é um livro da pré-adolescência da fé, com todas as aventuras da hora e do tempo da libertação.
Os demais livros narram a juventude rebelde de Israel.
Os profetas são as vozes que se levantam contra o estado adolescente de Israel, em face do fato de que já deveriam ser adultos, mas não eram.
Os salmos são os espasmos da lucidez da alma ante a cegueira do povo, a maior parte deles.
O Cativeiro em Babilônia foi o “Campo de Concentração” no qual a criancice idolátrica de Israel foi curada, pelo menos no que tangia à primitividade da manifestação do que fosse idolatria grosseira.
O interregno entre a idade adulta escravizada e a vinda do Messias, Jesus, foi um tempo de idade adulta carente e perdida...
Então vem o que é...
Vem Jesus!
Nesse ponto a Revelação se plenifica.
Já não há mais nada a ser acrescentado.
A Palavra se Encarnara.
Deus está conosco.
Porém o povo das Escrituras não discerniu a Palavra.
Entretanto...
Sobre um dia ter sido criança e andado na direção da maturidade no amor, o que percebi foi que assim como foi na linearidade da história, assim tem sido também comigo como individuo.
Todos os que estamos andando no Caminho da Vida em Jesus tivemos o tempo gênesis, a fase êxodo, as rebeldias enfrentadas por profetas, os próprios exílios e enganos; e, sobretudo, a chegada do tempo das desilusões salvadoras, quando fica apenas Jesus e a pessoa; sem nada mais entre ambos.
Assim segue...
Este é o processo...
Encantamento... — gênesis.
Libertação de cativeiros... — êxodos.
Excesso de auto confiança e rebelião... — reis e templo.
Culto ao si mesmo... — as ameaças de cativeiro.
Cativeiros outras vez... — Babilônia sempre volta.
Solidão. Silencio — sem profetas.
Então, Deus em Plenitude!
Somente a Palavra.
Assim foi com Israel. Assim foi com Paulo. Assim é comigo. Assim está sendo com vocês. Com nós todos.
O caminho sobremodo excelente faz a viagem toda...
Por isto é que para Paulo tudo o que não fosse ainda somente a Palavra e somente amor, conforme Jesus, ainda era coisa de menino.
Assim, aprende-se que no Caminho todos temos estado..., embora andando em meninice.
Todavia, o que se afirma é simples:
Pode-se fazer a viagem para sempre..., mas ela somente se conclui quando o amor passa a ser [no Caminho] o caminho sobremodo excelente.
Foi assim na história linear da REVELAÇÃO... Até a Encarnação do Amor: Jesus.
É assim na viagem pessoal de auto-conhecimento e de crescimento na Revelação; até que a Palavra vá se tornando amor, amor, amor em nós.
Todos nascemos bebês. Todos já fomos meninos. Já nos distraímos com muitas coisas... Mas ninguém se torna adulto em Cristo enquanto não aceita que o Dogma é apenas amor; e que sem amor toda "adulteza" é mera criancice.
Sim! Sem amor Abraão é apenas um velho obcecado; Moisés é um narcisista preferindo um trono no nada... do que qualquer segundo lugar no Egito...
Sem amor, Josué pode ter tido fé, mas o sol apenas tostaria a sua cabeça... Davi, sem amor, seria apenas um adultero e homicida, surtado pelo ego.
Sem amor os profetas nada fizeram de bem para si mesmos. Sem amor Daniel seria apenas um serviçal vendido a qualquer que fosse o rei ou o reino.
Sem amor a Lei se tornava trevas e morte...
Sem amor nada existe no homem que Deus chame de ‘adulto’.
Sem amor, Paulo entendeu, nada tem valor algum. E mais: discerniu que qualquer outra compreensão era ainda ilusão de menino.
Nele, que é amor,
God bless you!
No deserto mas com camelo!

Ricardo Piconi
 
Oi, Ricardo

Belíssima analogia que vc faz!!!
Seguindo a sua lógica, estaríamos, então, entrando num período de maturidade, de intimidade com Deus e de maior compreensão de seus mistérios!...
Porém, se olharmos à volta, vemos de tudo; e entre um extremo e outro, há homens na meninice e outros na maior maturidade possível.
Entendo assim que o mundo e a vida são como aquelas escolinhas de antigamente onde, numa mesma sala, conviviam alunos de vários anos, separados em filas, com seus respectivos conteúdos sendo ministrados pela mesma professorinha, que se esforçava ao máximo para dar conta de tantas demandas, como se pode imaginar numa situação dessas...
Seja como for, alunos da vida que somos, mirando diariamente a misteriosa mas eficaz pedagogia divina, vemos nossos colegas-irmãos mais novos avançando por lições pelas quais já passamos e aprendemos, ao mesmo tempo que vislumbramos ou inferimos/intuimos, sem compreender completamente, os mais velhos, naquelas pelas quais ainda passaremos. Tudo ao seu tempo...
Nessa escola maravilhosa, todos, a bem-dizer, ensinam a todos; todos, no fundo, aprendem, "com(-)tudo" e com todos!
Mistérios da vida, mistérios de nossa própria evolução, tanto individual quanto coletiva.


Abs.


Fernando Hello

segunda-feira, 26 de julho de 2010

SOBRE O #AMOR...

Pessoal,
Vejam reflexão interessante do Contardo Calligaris:
http://contardocalligaris.blogspot.com/2010/05/coragem-do-amor-que-dura.html
Abs, Gilberto Canto.

Oi, Gilberto
... sem dúvida, o amor é uma construção e leva tempo.
Mas no consumismo de hoje, não se tem tempo para construir: quer-se a coisa pronta "prêt-a-porter"!
Feliz ou infelizmente, nos relacionamentos interpessoais isso não é possível...
Acrescento que, para Lacan, o amor é tido como uma dimensão de desconhecimento: segundo ele, "amar é dar o que não se tem"!
Percebemos, assim, que não é tão simples...: é em função disso que muitas relações acabam, segundo a dedução da lógica lacaniana, seja por se descobrir o que o outro não tem e, portanto, sequer poderia me dar, revelando assim a dimensão do engodo (desconhecimento); seja por eu próprio me negar a dar algo que efetivamente não tenho, alimentando a dimensão do desconhecimento sobre mim no/pelo outro.
Por essa lógica, o amor revela-se sempre uma espécie de "folie-a-deux" que necessita ser alimentada constantemente, mas nunca desmascarada...
Porém, indo além, como superar essas e tantas outras fragilidades!?
Ou como entender que algo assim tão delicado e sutil sustente estrutural e essencialmente toda nossa vida?
Definitivamente, é preciso amar e cuidar do próprio amor, sempre sentindo-o, nunca decifrando-o!?...
Grande mistério de Deus, Ele próprio, puro amor!!!
Abs
Fernando Hello

sexta-feira, 15 de maio de 2009

SOBRE A EVOLUÇÃO DO #ENSINO DE MATEMÁTICA !!!

[Enviado por uma amiga Professora Universitária]

Relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58.Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitarreceber ainda mais moedas.A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora,aparentemente sem saber o que fazer.Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela nãose convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e elaaparentemente continuava sem entender.Por que estou contando isso?Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foiassim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ouR$ 80,00.Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.Escolha a resposta certa, que indica o lucro:( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5.. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.O lucro é de R$ 20,00.Está certo?( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2007:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00.O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

Prezada
Eu acrescentaria:

7. Ensino de Matemática em 2009:
Um cortador de lenha NÃO consegue vender um carro de lenha por R$ 100,00... em função da crise econômica.Também em função da crise econômica, o custo de produção ficou em R$ 130,00 !!!Se vc for brasileiro e souber ler, responda:( ) ...deveria consultar o SEBRAE mais próximo; ( ) ... deveria urgentemente se cadastrar no Bolsa Família; ( ) ... deveria lançar sua candidatura a Deputado Federal; ( ) ... deveria fazer um curso EAD em "Gestão de Futuro";( ) ... deveria fazer Coaching para Gestão de Carreira;( ) ... n.d.a. (não deixe para amanhã...)... esse cara tá frito.

8. Ensino de Matemática em 2059:
Um cortador de lenha NÃO consegue vender um carro de lenha por MS$ 100,00... em função da crise econômica crônica que começou em 2008.Também em função da crise econômica crônica, o custo de produção ficou em MS$ 330,00 , pois não existe mais lenha (o que é isso, mesmo?...) facilmente disponível no planeta!!!Se vc for MercoSulAmericano, souber ler e ainda estiver vivo, não precisa responder. Você já está A-PROVADO!

Bjs

Fernando Hello

quinta-feira, 30 de abril de 2009

A CRISE E O MERCADO DA #EDUCAÇÃO [... MAS EDUCAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO!!!...]

[E-MAIL RECEBIDO DE UM AMIGO]
See how crisis is impacting the jobs market for the students who invested a lot (years, efforts and money) in an outstanding school and now doubt if the investment worth...
http://video.nytimes.com/video/2009/04/17/business/1194839618058/life-after-wharton.html?ref=business

[MINHA RESPOSTA AO E-MAIL]

Prezado amigo
[... paradoxalmente, esses jovens já começaram "investindo" muito mal,... na própria escolha profissional... ainda mais vindos de Warthon!... Quanta ironia!!!... Realmente, estamos vendo coisas que nunca imaginaríamos ver...]
Por isso mesmo,... penso que é temerário vc "investir educacionalmente" nesta ou naquela profissão, em função do retorno financeiro que o mercado de trabalho venha a lhe oferecer... É uma armadilha pois o mercado é volátil, muda ao sabor dos ventos e as garantias de retorno são imprevisíveis... Quando vc terminar seu curso, a bola da vez é outra...
Educação é algo muito mais amplo que aprender um ofício para se ganhar (muito dinheiro) a vida. Nesse ponto sou mais tradicional e opto pelo "investimento vocacional": quem acerta na vocação, acerta na missão e, eventualmente, na pior das hipóteses de um precário retorno financeiro, a realização é muito mais palpável, às vezes na dignidade das mais humildes profissões.
Afinal, não se pode ter dois senhores... dura primeira lição aos noviços do Capital nas ruínas da Catedral de Wall Street...
Ah,... que pena...
Abs
Fernando Hello

[... posteriormente, em sua resposta, ele me recomenda ler "Escritos sobre Educação - Niestzsche" (Loyola - 2003) que, segundo ele, complementa esses aspectos que apontamos... Vamos conferir!]

COMENTÁRIOS APÓS UM #TREINAMENTO DOS FACILITADORES DO PROGRAMA "SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL"-SGE-RECURSOS HUMANOS, NO SEBRAE-SP

Prezados [colegas Facilitadores do SGE-RH-SEBRAE-SP]
Foi muito bom estar com vcs todos esses três dias. Confesso que reabasteci minhas baterias... pensei muito sobre nossas práxis e ainda estou elaborando muito do que vivenciamos juntos.
A convivência, mesmo que breve, com tanta gente tão experiente, sempre nos possibilita um realinhamento, uma reavaliação e uma ressignificação de nossa própria prática.
Nesse sentido, o nosso encontro foi extremamente positivo para mim.
Diante de uma realidade cada vez mais árida e desafiadora, que tantas vezes vemos estampada em nossos educandos e em nós mesmos, de repente tive a sensação de que somos aqueles que acreditamos naquele "algo mais", no espírito que vai além da técnica e que, em última instância, dá sentido, valor e transcendência a tudo aquilo que fazemos, dignificando nosso trabalho e seus resultados.
E esse espírito que nos torna o que somos e que também dá sentido à Educação que praticamos é que está cada vez mais ameaçado, tácita e explicitamente, nos mais diferentes discursos, situações e contextos que tão bem conhecemos!
Nessa linha, é importante que essa chama, que temos o dom de alimentar e transmitir e que, por sua vez, nos re-alimenta a todos, não se apague.
Mantê-la acessa é parte da essência de nosso trabalho, é nosso desafio, nossa missão! (... mesmo que seja à distância!)
Grande e [já] saudoso abraço a todos.
Fernando Hello